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RESUMO Texto compila iniciativas de publicações estrangeiras com vistas a frear a disseminação de notícias falsas. Autor mostra que Facebook e Google, atores decisivos para o fenômeno obter o vulto atual, financiam redes de checagem, apesar dos dividendos que auferem da leitura maciça de reportagens enviesadas. Em 8 de abril de 1984, o "New York Times" publicou a reportagem "O império em expansão de Donald Trump". Descrevia-se um evento esportivo no qual uma multidão, incluindo "alguns dos mais ricos, poderosos e conhecidos nova-iorquinos", cercava aos gritos o empresário, deste modo com 37 anos, como se fosse "estrela de rock".


Em sua versão distorcida, "fake news" se tornou clichê para vários governantes interessados em desmerecer o jornalismo crítico ou simplesmente realista. Em recente entrevista ao Yahoo! News, por exemplo, o ditador da Síria, Bashar al-Assad, descartou como notícia falsa o relatório da Anistia Internacional a respeito de assassinatos em prisões de seu povo. O "NYT" se armou para o combate com Trump e seus tuítes, eles próprios uma referência de falsidades. 15,5 milhões) adicionais para a cobertura do novo governo.


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Desde dessa maneira, tem publicado enunciados como "Trump não vai voltar atrás em sua inverdade sobre fraude eleitoral. Nesse lugar estão os dados". O diário tomou a frente pela reação institucional aos desmandos do presidente americano, entretanto os outros dois principais jornais do nação, "The Washington Post" e "The Wall Street Journal", assim como adotaram cobertura obstinada, inclusive até quando menos agressiva.


Evitam, por exemplo, usar a palavra "fraude". Já se fala até em "competição de reportagem" entre os grandes jornais americanos. A resposta não se restringe aos Estados unidos. Para em tão alto grau, segundo um editor irlandês destacado no estudo, a mídia de propriedade necessita ser "mais afirmativa a respeito de teu jornalismo e a respeito como ele é feito, associar os valores que sustentam esse jornalismo".


No "NYT", desde a eleição de Trump, os anúncios de assinatura levam frases como "Verdade. É vital pra democracia". O combate contra as notícias falsas fração de base mais firme do que se pensava. Segundo levantamento do Centro de Pesquisas Pew (EUA), 56% dos americanos clientes de fato podem reconhecer a referência da notícia. Para o estudo, o efeito é afirmativo e "principlamente importante à luminosidade das notícias fabricadas". A procura assim como mostra, contudo, que essa experiência de identificação cai se a notícia é acessada rodovia mídia social: 10% dos entrevistados chegaram a errar, apontando como fonte o Facebook, que não produz notícias, só as distribui.


É mais uma indicação de que o tópico da proliferação de notícias falsas está nas plataformas de tecnologia, que mobilizam a criação e o consumo de enunciados sensacionalistas e sem base. A solução, deste modo, não podes partir só das instituições jornalísticas. Pela política, o fenômeno chamou a atenção pela primeira vez com o "brexit", o plebiscito que decidiu em junho de 2016 na saída do Reino Unido da Combinação Europeia. Evidenciou-se que a dedicação das mentiras pela campanha não se devia ao vilão tradicional -o ricaço Rupert Murdoch, dono de jornais e canais de televisão-, e sim à mídia social de Mark Zuckerberg. De maneira geral, segundo levantamento conjunto da Escola Columbia com o Instituto Nacional de Busca em Informática e Automação, da França, 59% dos links compartilhados nas mídias sociais não são sequer abertos por quem os compartilha. No comentário de um dos pesquisadores, "as pessoas se mostram mais dispostas a falar sobre este tema um texto do que a lê-lo, formam posição baseada num sumário ou num sumário de um sumários".


Um modo característico do "consumo contemporâneo de detalhes", em que a experiência de atenção é cada vez pequeno. A dúvida tem potente viés financeiro e não se limita à mídia social. Facebook e Google, plataformas que duopolizam a publicidade digital, abocanhando 68% do total nos Estados unidos, têm modelos de negócio que recompensam usuários e blogs que ajudem a transportar tráfego pros seus inventários.

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